[Entrevista] conheça um pouco sobre a autora

 bom dia amigos, hoje trago para vocês a entrevista que fiz com a autora Dilma Fernandes nova parceira aqui do blog.
Ela escreveu o livro Capuccino Grande.
Nome completo : Dilma Fernandes de Souza Silva
Data de nascimento : 12/05/1994
Cidade em que reside : Ibirité
Signo : Taurina
Time de futebol : Corintiana apesar de não gostar de futebol
Comida favorita : Strogonoff
Data importante : 12/05/17 e 21/06/17
Viagem inesquecível : Nunca viajei
Lugar que deseja ir : Canadá
Uma cor : roxo
Um filme : Meia Noite em Paris
Uma música : Critical Aclaim – Avenged Sevenfolg
O que te levou a escrever o seu primeiro livro : Sempre fui apaixonada pela literatura, tanto nacional quanto estrangeira, e sempre gostei de escrever. Primeiro escrevia poemas e poesias, mas aos quinze comecei a escrever minhas versões das histórias que eu gostava. Comecei então a criar histórias para minhas amigas e também comecei a escrever contos.
Eduardo Spohr é uma das minhas maiores inspirações para escrever.
Um sonho : conhecer o mundo todo. 
Um autor(a)que você admira : Eduardo Spohr.
Uma frase : “Todos os anões são bastardos, mas nem todos os bastardos precisam ser anões” Guerra dos Tronos
Livro preferido : O Anel dos Nibelungos de Carmen Segafredo.
Um elogio que vc gostou de um leitor : Quando eu fazia parte do mundo das fanfics, sempre adorei os comentários, mesmo que fossem apenas um gostei. Não tenho um em especifico. Sempre gostei de todos.
Passatempo favorito : Ler.
Os personagens são baseados em pessoas que você conhece : Não, nem mesmo em experiências minhas.
SINOPSE
“Ele morreu ali, na poltrona cara que tanto amava, sentado, de olhos fechados e com a boca aberta em formato de “o”. Era burrice manter uma arma de enfeite com munição, mas não foi ele. Fui eu. Já havia pensado em fazer aquilo diversas vezes antes, mas antes o meu corpo havia travado e eu havia abandonado a ideia. Meus olhos se encheram ainda mais e algumas lágrimas escorreram por meu rosto, mas eram de raiva e mágoa, não tristeza por tê-lo matado.Meu coração acelerou tanto que o modo como ele socava minhas costelas chegava a doer Ele me fitou por alguns segundos sem a cara de nojo ou de raiva, as únicas daqueles últimos anos, e havia sido bom receber aquele olhar. Meus ouvidos zumbiam e uma espécie de dormência tomou conta de meu corpo. Respirar passou a ser difícil porque minha garganta estava travada como se eu estivesse tendo uma crise de pânico, mas eu precisava de mais. Queria sentir mais daquilo.”